Tire suas dúvidas sobre astigmatismo

Não é difícil encontrar alguém do seu círculo social que tenha problemas de visão, principalmente nos dias de hoje, em que estamos a todo momento passando os olhos por telas de todos os tipos e tamanhos. TVs, tablets, laptops, smartphones, e-books… A tecnologia avança e, infelizmente, muitos problemas de visão também. Mais de 35 milhões de brasileiros sofrem com algum deles. E o astigmatismo atinge boa parte destas pessoas.

O que é o astigmatismo?

O astigmatismo ocorre quando a córnea ou o cristalino apresentam uma curvatura irregular que acaba fazendo com que a luz não consiga ser corretamente focalizada na retina, impedindo o cérebro de criar imagens nítidas. Os raios de luz alcançam a retina em pontos diferentes, tornando a imagem distorcida tanto de longe, quanto de perto.

É um problema de visão entendido como erro de refração, já que afeta a maneira como a luz deveria chegar à retina. As irregularidades na curvatura da córnea ou do cristalino são bem comuns e, por isso, a maioria das pessoas tem algum grau de astigmatismo. Muitas vezes não chegam nem a perceber, por serem irregularidades muito leves, que não atrapalham a visão no geral.

Tipos de astigmatismo

O astigmatismo é corneano quando a irregularidade que evita que a luz chegue em um único ponto da retina ocorre na curvatura da córnea. Ele pode ser cristaliniano quando a dispersão da luz que chega aos olhos é provocada por alterações na curvatura do cristalino.

Sintomas do astigmatismo

Dores de cabeça constantes ou vista cansada podem ligar o alerta para um possível problema de astigmatismo. Mas o principal sintoma é a persistência da visão desfocada, seja de perto, seja de longe.

Necessidade de “apertar” os olhos para diminuir o campo de visão, sensibilidade à luz, piora na visão no período noturno, dor na musculatura ao redor dos olhos, visão dupla e queda na performance escolar ou profissional são alguns outros sintomas considerados.

Fatores de risco do astigmatismo

Na maior parte dos casos as pessoas já nascem com o astigmatismo e o histórico familiar é um dos pontos de influência. Apesar disto, existem alguns fatores que podem contribuir para o aparecimento do problema com o tempo:

–  Cirurgia ou trauma ocular

– Coçar os olhos constantemente

Tratamentos do astigmatismo

Óculos

Talvez o mais comum dos tratamentos para astigmatismo. As lentes dos óculos corrigem as irregularidades de curvatura. Elas vão variar de espessura, dependendo do grau de correção necessário. O campo da visão corrigida fica limitado ao tamanho da lente utilizada.

Lentes de contato

Têm o mesmo funcionamento das lentes dos óculos. São mais eficientes, no entanto, por estarem “coladas” ao globo ocular e não limitarem o campo da visão corrigida, como quando da utilização das armações. Muitas pessoas se adaptam apenas com a lente gelatinosa, outras conseguem utilizar as lentes rígidas. E algumas não se adaptam com nenhuma delas, optando pelos óculos ou pela cirurgia.

Ortoceratologia

É um tipo de tratamento que utiliza as lentes de contatos rígidas para tentar moldar a curvatura e corrigir as irregularidades que causam o astigmatismo. As lentes são usadas por várias horas seguidas do dia ou da noite. Após algum tempo o paciente pode reduzir o tempo de utilização das lentes, conseguindo enxergar bem sem auxílio por boa parte do dia.

Cirurgia

Antes tratada como último recurso, hoje a cirurgia refrativa é muitas vezes pensada como o primeiro. O tratamento consiste em aplicar um laser para remodelar a curvatura e conseguir que a luz chegue à retina em um único ponto (indicada para astigmatismos corneanos)

A cirurgia é muito simples, indolor, não demora nem uma hora e é feita com anestesia local. Está prevista para maiores de 18 anos com grau estabilizado por pelo menos 12 meses.

 

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