Mulher de óculos olha para o notebook. Na lente, a luz azul-violeta é refletida

Como amenizar os efeitos da luz azul-violeta emitida por eletroeletrônicos

Smartphone, tablet, notebook, computador, televisão… São muitos os eletroeletrônicos que fazem parte do dia a dia das pessoas. E, além de prenderem sua atenção a ponto de você passar horas à frente deles, sabe o que todos têm em comum? A emissão da luz azul-violeta.

O que é a luz azul-violeta?

Existem dois tipos de luz azul: a luz azul-turquesa e a luz azul-violeta. A versão turquesa é responsável por organizar o relógio biológico, como atuar na liberação de substâncias que controlam o sono, o estresse e o bem-estar. Já a violeta, presente em luzes artificiais de led e em aparelhos eletrônicos, em excesso, causa problemas à visão. Isso porque deixa os olhos mais secos, afeta o sono e traz mais dificuldade para enxergar objetos distantes com nitidez (favorecendo o desenvolvimento da miopia).

Como a luz azul-violeta age no organismo

Ao usar aparelhos eletrônicos por muito tempo, principalmente durante a noite, a produção de melatonina é bloqueada. A melatonina é um hormônio produzido na ausência de luz e tem a função de regular o relógio biológico, dar sono à noite e disposição pela manhã.  Ao usar o celular antes de dormir, o corpo entende que “ainda é dia e precisa se manter acordado”.

Durante uma pesquisa da Universidade de Harvard, foi comparado o efeito da exposição à luz azul e à luz verde (comum), de brilho semelhante, durante 6,5 horas. Foi concluído que a luz azul suprimiu a melatonina por cerca de duas vezes mais que a luz verde e alterou o ritmo circadiano (período de 24 horas sobre o qual o ciclo biológico de quase todos os seres vivos se baseia) em duas vezes mais.

Segundo Márcia Beatriz Tartarella, diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da Latino América, a exposição prolongada pode causar degeneração macular, problemas sérios na retina e até mesmo levar à cegueira. “Essa luz tem uma fototoxicidade, que deve ser considerada. O efeito é cumulativo, ou seja, não vai acontecer nada no mês seguinte, mas sim ao longo dos anos”, alerta a médica.

Outros estudos realizados pelo King’s College de Londres (Inglaterra) e pela Universidade de Haifa (Israel), comprovaram que o hábito desencadeia uma série de problemas associados ao sono ruim. A longo prazo, além de mau humor e cansaço, as noites mal dormidas podem levar à diabetes, depressão e obesidade em adultos e crianças.

A consequência mais preocupante foi apontada por pesquisadores da Universidade de Toledo, nos Estados Unidos, onde um estudo publicado na revista científica Nature mostra que o espectro de luz azul-violeta é potencialmente tóxico às células fotorreceptoras de retina. Isso aumenta o risco de degeneração ocular e, no extremo, pode levar à cegueira.

Óculos com filtro azul ajudam a proteger os olhos

Para evitar que a luz azul “ruim” prejudique a saúde dos olhos, vale a pena controlar o tempo gasto em frente aos eletroeletrônicos, mas também experimentar os óculos com a tecnologia do filtro azul de proteção contra esse tipo de iluminação. Esse tipo de óculos protege o usuário da fadiga ocular, da visão embaçada e das dores de cabeça constantes. Além disso, também proporciona maior conforto aos olhos, visão mais relaxada e uma percepção mais natural das cores.

Tal como o uso de celulares, notebooks e afins é crescente, a busca por óculos desse tipo também tem avançado. No primeiro semestre de 2019, foi constatado um aumento entre 10% e 15% na procura pelas lentes com filtro azul nas lojas das Óticas Diniz, em comparação com o mesmo período de 2018.

Para proteger seus olhos com óculos de qualidade, conte com as Óticas Diniz. Para mais dicas e informações, fique de olho em nosso Facebook e Instagram.

 

Fontes

Portal EBC

PEBMED

Saúde IG

O Globo

UOL

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